(re)vivendo
terça-feira, 17pm
fiquei sabendo que ganhei ingresso pra ver Ludov no CIE. Pena que foi tarde demais, Tuxedo dodói... poxa, queria tanto ir. Enfim...
quarta-feira
dormi muiiiiiiiiiitooooo.
prima Deise e primo Jorginho (direto de Minas) passaram em casa. Caraca, meu primo era um cotoquinho e hoje já é professor de Matemática (!) caracaaa tâmo velho mesmo!
Então, voltando aos primos: em 1995 meu pai tinha uma filmadora JVC gigante e um santanão. E ele, minha mãe, a Ivanete (que morava com a gente e cuidava de mim) e eu fomos à Minas Gerais, onde meus primos moravam. Vinte e seis horas de viagem, norte de Minas, viagem inesquecível. E o trambolhão [filmadora gigante] filmou tudo, nossos momentos mais que inesquecíveis, momentos que a grandona nos ajudou a recordar.
Momentos que, vendo ali na tv, ontem, me deu muita vontade de chorar, muita. Vontade de chorar porque a mãe deles, a Tia Bola, será eternamente minha querida mesmo não estando mais entre nós. Vontade de chorar porque éramos crianças muiiiito felizes, e talvez não nos déssemos conta disso. Vontade de chorar porque a minha família era muito perfeita e hoje eu sinto muita falta disso. Vontade de chorar, muita vontade...
Mas nós choramos foi de rir: porque eu imitava o sotaque minerin dos meus primos que, quando falavam, pareciam que estavam cantando. Morremos de rir porque subíamos barrancos facilmente e éramos magrinhas hahaha. Desenhávamos Cavaleiros do Zodíaco bizarros, e brincávamos com mosquitos. Morremos de rir porque ficamos com vontade de comer jaca e manga.
Morremos de rir porque tudo na vida é passageiro e, pra viver a vida, só rindo mesmo.
E ontem, por alguns instantes, eu fui feliz. [novamente]
fiquei sabendo que ganhei ingresso pra ver Ludov no CIE. Pena que foi tarde demais, Tuxedo dodói... poxa, queria tanto ir. Enfim...
quarta-feira
dormi muiiiiiiiiiitooooo.
prima Deise e primo Jorginho (direto de Minas) passaram em casa. Caraca, meu primo era um cotoquinho e hoje já é professor de Matemática (!) caracaaa tâmo velho mesmo!
Então, voltando aos primos: em 1995 meu pai tinha uma filmadora JVC gigante e um santanão. E ele, minha mãe, a Ivanete (que morava com a gente e cuidava de mim) e eu fomos à Minas Gerais, onde meus primos moravam. Vinte e seis horas de viagem, norte de Minas, viagem inesquecível. E o trambolhão [filmadora gigante] filmou tudo, nossos momentos mais que inesquecíveis, momentos que a grandona nos ajudou a recordar.
Momentos que, vendo ali na tv, ontem, me deu muita vontade de chorar, muita. Vontade de chorar porque a mãe deles, a Tia Bola, será eternamente minha querida mesmo não estando mais entre nós. Vontade de chorar porque éramos crianças muiiiito felizes, e talvez não nos déssemos conta disso. Vontade de chorar porque a minha família era muito perfeita e hoje eu sinto muita falta disso. Vontade de chorar, muita vontade...
Mas nós choramos foi de rir: porque eu imitava o sotaque minerin dos meus primos que, quando falavam, pareciam que estavam cantando. Morremos de rir porque subíamos barrancos facilmente e éramos magrinhas hahaha. Desenhávamos Cavaleiros do Zodíaco bizarros, e brincávamos com mosquitos. Morremos de rir porque ficamos com vontade de comer jaca e manga.
Morremos de rir porque tudo na vida é passageiro e, pra viver a vida, só rindo mesmo.
E ontem, por alguns instantes, eu fui feliz. [novamente]



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