Amor, amizade e paz - Arthur Franquini - 1997/2005
Hum, um carinha formidável partiu nesta terça-feira.
Lembro do dia em que o conheci, onde, como ele estava, quem apresentou, etc.
O André sempre me falava que precisava me apresentar o tal do Arthur, que tocava no Forgotteen Boys e que gostava de coisas loucas como eu.
Depois de um bom tempo, nos conhecemos em frente à cantina do capa. Depois, conversávamos sempre em frente à cantina do Delta.
E ele era um cara super simples, gente boa e que falava rapidinho.
E a gente viajava várias vezes sobre bandas punk hc e coisas do tipo (eu quase nunca conhecia alguma, mas o cara era bom nisso)
E eu às vezes perguntava do André pra ele só pra puxar conversa.
E quando voltamos das férias este ano eu contei toda a minha vida [que eu não estava mais noiva, que eu tinha ido morar sozinha, enfim, toda loucura que a transição dos 20 anos me proporcionou] pro André, e como o Arthur tava do lado, ouviu de tabela.
E me deu conselhos muito bacanudos.
E falou pra mim que tava gostando de uma menina da facu.
E falou algumas angústias da vida dele.
E a última vez que nos vimmos foi no laboratório na segunda. Trocamos apenas "ois" rápidos e quase-vazios.
Quando fiquei sabendo do acontecido, na verdade não fiquei preocupada com o Arthur porque não tinha mais jeito. Eu fiquei preocupada mesmo é com o André, porque eu gosto demais daquele menino, e pq eu sabia que ele era muito amigo do Arthur.
É tão estranho, os bons morrem jovens.
É tão estranho, os bons morrem antes.
Força Arthur, força!
E me espera, pq eu vou aprender sobre todas as bandas e vou aí pra gente conversar =***
[e deixa eu postar essa merda e ir almoçar antes que as lágrimas tomem conta]
Lembro do dia em que o conheci, onde, como ele estava, quem apresentou, etc.
O André sempre me falava que precisava me apresentar o tal do Arthur, que tocava no Forgotteen Boys e que gostava de coisas loucas como eu.
Depois de um bom tempo, nos conhecemos em frente à cantina do capa. Depois, conversávamos sempre em frente à cantina do Delta.
E ele era um cara super simples, gente boa e que falava rapidinho.
E a gente viajava várias vezes sobre bandas punk hc e coisas do tipo (eu quase nunca conhecia alguma, mas o cara era bom nisso)
E eu às vezes perguntava do André pra ele só pra puxar conversa.
E quando voltamos das férias este ano eu contei toda a minha vida [que eu não estava mais noiva, que eu tinha ido morar sozinha, enfim, toda loucura que a transição dos 20 anos me proporcionou] pro André, e como o Arthur tava do lado, ouviu de tabela.
E me deu conselhos muito bacanudos.
E falou pra mim que tava gostando de uma menina da facu.
E falou algumas angústias da vida dele.
E a última vez que nos vimmos foi no laboratório na segunda. Trocamos apenas "ois" rápidos e quase-vazios.
Quando fiquei sabendo do acontecido, na verdade não fiquei preocupada com o Arthur porque não tinha mais jeito. Eu fiquei preocupada mesmo é com o André, porque eu gosto demais daquele menino, e pq eu sabia que ele era muito amigo do Arthur.
É tão estranho, os bons morrem jovens.
É tão estranho, os bons morrem antes.
Força Arthur, força!
E me espera, pq eu vou aprender sobre todas as bandas e vou aí pra gente conversar =***
[e deixa eu postar essa merda e ir almoçar antes que as lágrimas tomem conta]



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